A abrir caminho; tal como os próprios o pensaram, também nós o sentimos ao ouvir "Farewell", o disco de estreia dos Sean Riley & The Slowriders. Não é sequer uma surpresa, quer na sua generalidade, quer na sua especificidade. Na sua generalidade, porque é uma homenagem sentida e honesta a alguns dos maiores songwriters de sempre deste planeta - podem escolher um, dos melhores; na sua especificidade, porque faz algum tempo que se sabia ao que vinham - primeiro, Coimbra, depois, o mundo. Há uns tempos atrás, dizia por aqui que "Farewell" tinha um "jeito de folk-rock requintado, a espreitar deliciosamente um blues ". É isso, com toda a simplicidade do mundo, o que nos oferecem Sean Riley, Bruno Simões e Filipe Costa. Mas o que fica de "Farewell", para além de um azimute bem apontado à América do Norte? Basicamente, ficam três ideias importantes, que deixam os Sean Riley & The Slowriders na mira de um futuro cintilante. Fica o excelente tra
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