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UMA A UMA|"Tributo a Mão Morta - E Se Depois..." - Vários Artistas

O desejado e merecido - mais que merecido; este é o recente tributo a uma das bandas mais importantes na história da música moderna portuguesa. E se só alguns ficarão para a história, os Mão Morta serão certamente um deles. "Tributo a Mão Morta - E Se Depois...", assim se chama a recente edição lançada pela Raging Planet, com o intuito de homenagear o grupo bracarense. Vamos lá dar uma espreitadela rápida, só para lembrar: 01 Dead Combo - Aum ; assenta que nem uma luva o histórico roteiro; a guitarra que narra, eléctrica, o contrabaixo que se adensa, que marca o compasso, que adensa; 02 Wraygunn - E se depois ; num balanço algo diferente daquele a que estamos habituados, esta é a curiosa participação dos WrayGunn; com Raquel Ralha a assumir as despesas da voz...e se depois... 03 CineMuerte - Chabala ; "Quem matou? quem matou?"; é a pergunta que se impõe, em parte respondida pela voz electrizante de Sophia Vieira; 04 Dr. Frankenstein - Anjos Marotos/ Marraquexe (P

UMA A UMA|"É Dreda Ser Angolano" - Vários Artistas

De Angola para Portugal, de Portugal para Angola; nos dois sentidos, ao mesmo tempo. Já se sabia que " (...)tudo começou com o disco "Ngonguenhação" do Conjunto Ngonguenha. (...)Escutámos ele e começámos a ver Luanda, a abanar as ancas com os bitis, a mandar gargalhada com as historinhas e, de vez em quando, levando aquele murro no estômago. (...)Logo no momento sentimos que era dos melhores discos que já tínhamos ouvido e que, mais do que boa música, era um documento que retratava Angola. E Angola precisa de ser retratada e mostrada ao mundo, né? " ( 1 ); já o tinha dito há dias. Com alguns altos e baixos - mais altos que baixos, "É Dreda Ser Angolano" é bem a representação do pulsar da juventude angolana; das suas ansiedades, dos seus problemas, da sua revolta, das suas esperanças. É esse o espírito dreda que emana desta compilação; porque é dreda ser angolano e o Conjunto Ngonguenha sabe-lo bem - são eles os pontas-de-lança desta ofensiva. Cá, deste la

UMA A UMA|"Ama Romanta 86/89" - Vários Artistas

Numa recordação em vinil... "Ama Romanta 86/89" é uma compilação que acompanha quatro anos da história editorial desta editora, percorrendo parte das suas edições até à data. Presença marcante no panorama musical nacional da década de 80, responsável pela edição de alguns dos discos mais importantes da moderna música portuguesa - seja lá o que isso for, este é, só por isso, um documento extraordinário. Lado A 01 Pop Dell'Arte - "Pi Latão" ; palavras para quê, é um tema que acompanha um dos momentos mais altos da carreira da banda de João Peste; "Free Pop" (1987) se faz favor! 02 Mler ife Dada - "L'Amour va bien, merci" ; fabulosa recordação na voz da inigualável Anabela Duarte. Este é o single que abre as portas deste país - em definitivo e passe algum exagero - à magia dos Mler ife Dada (1986). Alternativo pop de eleição... 03 Anamar - "Roda" ; produzido por Nuno Rebelo e incluído no maxi-single "Amar por Amar"

UMA A UMA|"Portugal Rockers" - Vários Artistas

Senhores e senhoras, deixem passar o melhor do rock'n'roll nacional; corria o ano de 1996. Primeiro lançamento da editora de Almada Metralha Records, o "Portugal Rockers" é um documento verdadeiramente histórico sobre a cena rockabilly portuguesa. No seu alinhamento, encontram-se não só bandas que ainda hoje fazem estragos em Portugal e no estrangeiro - geralmente mais neste, como são os casos de Texabilly Rockets, Dixie Boys e Dr. Frankenstein, como bandas clássicas do movimento, entretanto desaparecidas - ou mais ou menos, como são os casos de Tequilla Mal e Cabeças de Gado. Falta ainda referir a participação de casos mais ou menos obscuros - entenda-se, mais desconhecidos, como são os casos de Jack & Os Estripadores, Rockin' Cats e Shakin' Creeper. Ao todo são 8 bandas, dois temas cada uma. Excelente. 01 Esta Noite, Cabeças de Gado - aauuuuuuu, toda a noite, arghh; grande rockabilly em português. 02 Mistery Baby, Texabilly Rockers - Wildcat Shaker

UMA A UMA|"Calenda" - Vários Artistas

Pelos últimos dias de 2006, com apresentação em Janeiro, a Rudimentol Records pôs cá fora a nova pérola sonora do seu catálogo. A ideia já aqui foi apresentada e compreende um conceito baseado na compilação de 12 temas de 12 autores, ilustrando os 12 meses do calendário. Uma aventura. Mergulhando - de cabeça - no campo de acção das 'novas músicas', cravadas do mais puro do experimentalismo e muitas vezes de alma improvisada, "Calenda é uma nova e luminosa compilação, evidência de como a nova arte musical vai crescendo neste país; como encara diferentemente o futuro, como vive o presente. Criativa. Os temas foram sendo gravados e produzidos pelos próprios autores ao longo de 2006. 01 JANUARY - "FXMistpitched" - F.Leote, a vida num caos sonoro humanizado e samplado; daquelas coisas que a nossa urbanidade não nos deixa esquecer. Excelente. 02 FEBRUARY - "nalalana" - nalalana, a fria densidade das noites de Fevereiro; ainda frias. O noise, muito noise,

UMA A UMA|"Manuel Alegre - Na Praça da Canção" - Vários Artistas

A homenagem ao poeta num conjunto de nove belas interpretações; reeditadas e remasterizadas (a compilação original é de 1975, os temas foram gravados pela primeira vez entre 1968 a 1974). Com a oportunidade ainda de recordar o fantástico Mário Viegas. 01 Adriano Correia de Oliveira - Canção tão Simples, "Quem poderá proibir estas letras de chuva; que gota a gota escrevem nas vidraças; pátria viúva; a dor que passa?" 02 Mário Viegas - Primeira e Segunda Canção com Lágrimas, "Meu amigo dizia (estou a ouvi-lo);vou procurar a minha estrela. Foi; e não voltou. Meu amigo (dizem); tem agora o tamajnho de uma estrela" . 03 Paulo de Carvalho - Nambuangongo, Meu Amor, "Em Nambuangongo tu não viste nada; não viste nada nesse dia longo longo; a cabeça cortada; e a flor bombardeada; não tu não viste nada em Nambuangongo" 04 Mário Viegas - Fernando Assis Pacheco na Praça da Canção, "Um poeta vestiu-se de versos e ficou nu dentro dos versos. Eis o poeta

UMA A UMA|"Fragil 21" - Vários Artistas

Aos 21 anos de noites, o bar Frágil, espaço emblemático do Bairro Alto, lançou este "Fragil 21", uma compilação com alguns dos artistas que passaram ao longo dos anos por aquela casa. De tendência electrónica, "Frágil 21" é também um produto interessante e demonstrativo de algum do melhor pop-rock nacional dos últimos tempos - mas não só. A direcção de produção foi de Paulo Abelho, Tiago Lopes e Rodrigo Leão. 01 Electrónica Portugal - "Underrun", o feliz início electro-ambiental com Tiago Lopes, Paulo Abelho, Rodrigo Leão e companhia... 02 Loto - "The boy", um dos melhores momentos do trio de Alcobaça do às vezes desequilibrado "The Club" de 2004. 03 Bullet - "Prague connection", aquela vibe do agente secreto, Bulllet, na voz única de Kalaf...excelente. 04 Ballerina - "Giulia", a harmonia da paisagem sonora colorida pela voz sussurrada, próxima, de Liliana Correia. Belo. 05 Double MP - "Fadeinho beunito&quo

UMA A UMA|"Raia Tone" - Vários Artistas

Espaço para a Raia... "Raia Tone" é uma compilação lançada em 2000 com a excelente Revista Raia com o melhor da música rock, alternativa e experimental da Beira Interior - muito indie , claro. Nesta, a Guarda, a Covilhã, o Fundão, Castelo Branco e Idanha-a-Nova, são apontados pelo produtor do disco, João Leopoldo - no texto do CD, como locais de maior criatividade. Com uma vertente muito acentuada no indie rock , "Raia Tone" aventura-se também e bastante pelo campo da electrónica - mais ou menos experimental; o metal e do jazz estão também representados. Este CD foi parte integrante da Revista Raia nº18. 01 What imaginary things can do...! - Bubbles , leve imaginação pop. 02 Low radiation - Starlux , num tom relaxante, aéreo, parece às vezes elevar-se, nervoso. 03 Try to smile - Jaguar , fresco indie pop made in Castelo Branco. 04 Road to Porto - A No Star Cast , mais indígenas pela Beira...numa boa onda. 05 Time - Benny's Friends , pop tipo britânico em

UMA A UMA|"Antologia de Música Electrónica Portuguesa" - Vários Artistas

A compilação "Antologia de Música Electrónica Portuguesa", organizada por Rafael Toral, é muito mais do que uma mera compilação. É antes de mais, um antologia - obviamente, quase - na verdadeira acepção da palavra, uma forma muito própria do seu organizador ver a história da música electrónica portuguesa - especialmente a sua emergência. É um extraordinário documento, histórico, verdadeiramente caracterizador de alguns dos caminhos trilhados pela música electrónica portuguesa, nas suas mais variadas abordagens. Espaço de prazenteira audição, é também espaço de pura reflexão e compreensão de um movimento há muito iniciado e que tem entre nós, alguns exemplos internacionalmente reconhecidos. Terceira edição da Plancton Music...electrónica, experimental, improvisada, fundamental... 01 Nuno Canavarro - 'Alsee' (1987), na peugada do central 'Plux Quba', apresentado ao sol em 1988 via Ama Romanta. 02 Cândido Lima - 'Oceanos' (1978), a alma, pura, de per