Sábado, 2º dia; foi um dia assim, mais o menos... Talvez amedrontado pelo vento e pela chuva que se fizeram sentir no Porto três horas antes do início do espectáculo, era muito menos o público presente ao início da noite nos Jardins do Palácio de Cristal. Felizmente, as nuvens deram tréguas e o espectáculo pôde começar; pôde continuar. Sempre a horas - é bom voltar a referi-lo. M.O.S.H. Não foi uma surpresa; com o vigor que se lhes reconhece, os tripeiros M.O.S.H. abriram as hostilidades no Palco Ritual. Num ritmo duro, forte, o quarteto aproveitou bem a sua meia-hora para lançar brasas pelo jardim, explorando com energia o seu rock-metal, cuspido com fulgor pela guitarra de Miguel Azevedo e pela voz poderosa de Pedro Lima. Essencialmente, foi a proposta mais pesada do festival. Slimmy Poucos minutos depois, no palco principal, Slimmy punha a máquina a funcionar. Num arranque algo nervoso - algo estridente, o músico português, hoje a viver em Londres, foi correndo "Beatsou
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