Avançar para o conteúdo principal

SENSAÇÕES|Dream Metaphor em 5 sentidos



Do Porto para o mundo, são as sensações dos Dream Metaphor...Obrigado.

T: Que cores tem a música de Dream Metaphor?
DM: Essencialmente preto e branco, tons de cinza e alguns toques de vermelho;

T: Qual o sabor da música de Dream Metaphor?
DM: Agridoce. A doçura do algodão doce e a acidez do vinagre;

T: Que sonoridade tem a música de Dream Metaphor?
DM: Paisagens sonoras / Banda sonora de vidas passadas, vidas futuras, os sonhos transformados em sons. A sonoridade da vida!

T: O que se sente quando se toca a música de Dream Metaphor?
DM: Por vezes o conforto e aconchego que uma criança sente no colo da mãe, outras vezes a laje fria de uma sepultura...

T: Que fragrâncias exalam do som de Dream Metaphor?
DM: O cheiro das estevas e das giestas do nordeste transmontano, o cheiro da terra misturado com o óleo das máquinas de uma sociedade industrializada.

foto de Dream Metaphor
> Fotos: dreammetaphor.freehostia.com

::Ano de formação:
- 2004;

::Localidade:
- Porto,

::Composição:
- Leonel Ranção Silva (aka [Replycant]): Música e visuais; Dalila Branco: Voz; Joana Ranção: Bailarina;

::Discografia:
> EP's:
- Sexta-feira 13 - EP - Edição de autor
- [Contact] - EP - Edição de autor
> Compilações:
- V/A This Will End in Tears - Thisco
- V/A Falésia - Enough
- V/A Sound Research - Enough
- V/A Saudades Various Artist from Atlantic Coast - CD - Mimi
> Contribuições:
- Heartache Transplant - EP - Edição de autor - Whiteout remix
- Friends reinterpretations of unreleased 332 variations volume 2 - EP - Enough - ps remix
- Totem Totem - EP - Politicide - Auto Auto remix

som Ouvir alguns sons de Dream Metaphort

tipo Ambiental/Electrónica
sítio dreammetaphor.freehostia.com

Mensagens populares deste blogue

AUDIÇÕESBrilhante Pop 2003
São 3 discos pop, mais à esquerda, mais à direita, mais ao centro, trazem ao microfone 3 excelentes vozes femininas:
"Le Jeu" - Balla (2003/Music Mob/58)

Um disco irresistível.
Fantástica a voz sensual de Sylvie C em mais um lúcido disco de Armando Teixeira, melódico, marcado por ambientes voluptuosos, por uma pop interior, estética e poética.
Imageticamente irresistível, qual bandeira gaulesa a flutuar. Depois de um prometedor e excelente primeiro álbum, "Balla", Armando Teixeira voltou a surpreender as massas melómanas em 2003, com um disco cheio de charme e personalidade, sustentado pelo rigor da electrónica em doses incrivelmente equilibradoras do resultado final. Intemporal.
A elegância proporcionada por este "Le Jeu" é verdadeiramente assombrosa, quer se reine por ambientes pop mais jazzy quer se rume em direcção à "chanson française", este disco atinge o auge principalmente na voz de Sylvie C.
De uma simplicidade rumo…

SÍTIOS|On-Line Music Distributors

Não se pode ignorar...
Com a implantação da Internet e principalmente com a generalização do acesso por banda larga, não só os músicos independentes ganharam uma nova forma de divulgar a sua música - para alguns é e será mesmo a única, como promotores e público em geral ganhou uma nova forma de a consumir - nova e gratuita. Com o aparecimento das On-Line Music Distributors (OMD), ou semelhantes, muitos músicos tiveram a oportunidade de largar em definitivo a solidão dos seus quartos e garagens e mostrar as suas criações a um mundo cada vez maior. À falta de palco, grande parte da comunidade musical independente ganhou efectivamente uma nova forma de exposição - barata, global e às vezes eficiente. As OMD (e semelhantes) têm servido nos últimos anos para divulgar centenas e centenas de artistas, sendo hoje, um fenómeno em extraordinária expansão; tão grande que chega a ver a razão da sua existência desvirtuada e aproveitada por artistas já consagrados; veja-se o exemplo do último álbum …

RECORDAÇÕES|"Anonimato" - Anonimato

A recordação ou o regresso ao Alentejo; o de sempre, aquele do suor, das noites frias de Inverno, da vadiagem...de tudo.
Mas...regressando à música, algum espaço para os Anonimato; fenómeno especialmente regional - e que fenómeno - os Anonimato foram durante os anos de 1990 a 1997 um dos grandes - se não os maiores - embaixadores do pop-rock alentejano - sim, alentejano, neste âmbito até faz sentido. Com dois álbuns editados durante a sua curta carreira, este, o homónimo, traz os temas pelos quais o quarteto bejense mais ficou conhecido e que maior furor fizeram por esse Baixo Alentejo fora: "Sei que não sou" - pois claro, "Gravatas" e "Grão de Amor". Mas porquê? Não sei, senão as recordações que trazem, o que fazem sentir, a agradável textura pop que acompanha boa parte daquelas sinceras palavras lusas; bem medidas, bem sentidas. Depois, ainda há o aroma do Alentejo, também...aqui e ali, além. Liderados por Paulo Ribeiro, autor de um álbum solo em 2002, …