Avançar para o conteúdo principal

MYSPACE SONS|A Barca dos Castiços+GoDoG+1937



Hoje, com três propostas diferentes:

> A Barca dos Castiços
foto de A Barca dos Castiços
O grupo é de Coimbra e move-se em volta dos temas do cancioneiro tradicional português. Formados em 2003, o septeto faz por dar às suas composições um cunho pessoal, de maior ou menor modernidade, fazendo da tradição apenas um ponto de partida. Ela é a raiz, sem dúvida, agora o desejo é de voar para lá dessa tradição - criar. Os primeiros passos estão dados, venha de lá esse futuro. Ouvir A Barca dos Castiços.

> GoDoG
foto dos GoDoG
É mais um produto da rica safra barcelense; como se respira rock por aquelas terras minhotas. Hoje são os GoDog, um quinteto formado em 2003, composto David Pereira (bateria), Filipe Santos (guitarra), Miguel Alves (baixo), Rui Neto (guitarra) e Felas (samples) e que nos oferece um rock metal a espreitar sem receios ideias mais progressivas. De cariz instrumental, GoDog é um projecto interessante; haja power! Ouvir GoDoG.

> 1937
foto dos 1937
Chamam-se apenas 1937 e são um projecto rock com letras em português. Grupo composto por Raquel (bateria), Frodo (baixo), Johnny (guitarra) e Raposo (voz e guitarra acústica), os 1937 vivem desde logo de um conjunto de linhas traçadas pela sua insinuante guitarra. Com um rock simples, directo, a assinalável atitude na voz faz ainda assim lembrar outras viagens. As primeiras ideias estão lá, agora é aprofundá-las, essencialmente criar um espaço próprio e dar tempo ao tempo. Sim, porque o tempo é de crescer. Ouvir 1937.

Mensagens populares deste blogue

AUDIÇÕESBrilhante Pop 2003
São 3 discos pop, mais à esquerda, mais à direita, mais ao centro, trazem ao microfone 3 excelentes vozes femininas:
"Le Jeu" - Balla (2003/Music Mob/58)

Um disco irresistível.
Fantástica a voz sensual de Sylvie C em mais um lúcido disco de Armando Teixeira, melódico, marcado por ambientes voluptuosos, por uma pop interior, estética e poética.
Imageticamente irresistível, qual bandeira gaulesa a flutuar. Depois de um prometedor e excelente primeiro álbum, "Balla", Armando Teixeira voltou a surpreender as massas melómanas em 2003, com um disco cheio de charme e personalidade, sustentado pelo rigor da electrónica em doses incrivelmente equilibradoras do resultado final. Intemporal.
A elegância proporcionada por este "Le Jeu" é verdadeiramente assombrosa, quer se reine por ambientes pop mais jazzy quer se rume em direcção à "chanson française", este disco atinge o auge principalmente na voz de Sylvie C.
De uma simplicidade rumo…

SÍTIOS|On-Line Music Distributors

Não se pode ignorar...
Com a implantação da Internet e principalmente com a generalização do acesso por banda larga, não só os músicos independentes ganharam uma nova forma de divulgar a sua música - para alguns é e será mesmo a única, como promotores e público em geral ganhou uma nova forma de a consumir - nova e gratuita. Com o aparecimento das On-Line Music Distributors (OMD), ou semelhantes, muitos músicos tiveram a oportunidade de largar em definitivo a solidão dos seus quartos e garagens e mostrar as suas criações a um mundo cada vez maior. À falta de palco, grande parte da comunidade musical independente ganhou efectivamente uma nova forma de exposição - barata, global e às vezes eficiente. As OMD (e semelhantes) têm servido nos últimos anos para divulgar centenas e centenas de artistas, sendo hoje, um fenómeno em extraordinária expansão; tão grande que chega a ver a razão da sua existência desvirtuada e aproveitada por artistas já consagrados; veja-se o exemplo do último álbum …

RECORDAÇÕES|"Anonimato" - Anonimato

A recordação ou o regresso ao Alentejo; o de sempre, aquele do suor, das noites frias de Inverno, da vadiagem...de tudo.
Mas...regressando à música, algum espaço para os Anonimato; fenómeno especialmente regional - e que fenómeno - os Anonimato foram durante os anos de 1990 a 1997 um dos grandes - se não os maiores - embaixadores do pop-rock alentejano - sim, alentejano, neste âmbito até faz sentido. Com dois álbuns editados durante a sua curta carreira, este, o homónimo, traz os temas pelos quais o quarteto bejense mais ficou conhecido e que maior furor fizeram por esse Baixo Alentejo fora: "Sei que não sou" - pois claro, "Gravatas" e "Grão de Amor". Mas porquê? Não sei, senão as recordações que trazem, o que fazem sentir, a agradável textura pop que acompanha boa parte daquelas sinceras palavras lusas; bem medidas, bem sentidas. Depois, ainda há o aroma do Alentejo, também...aqui e ali, além. Liderados por Paulo Ribeiro, autor de um álbum solo em 2002, …