Avançar para o conteúdo principal


UMA A UMA"Tocabrir 2001" - Vários


Voltando às compilações, resolvi postar hoje sobre o CD editado pela C.M.Lisboa referente à 10ª edição do já histórico, Tocabrir, aqui na sua edição de 2001. Não que o CD seja uma verdadeira obra de arte, mas sim pela razoável heterogeneidade que ele encerra, apresentando-nos um conjunto de bandas de diversas tendências.

01. Siddartha "Naked birth", rock alternativo com algum peso e em busca de alguma harmonia, alguma melodia.

02. Ubber Manikins "Zeta", grande intensidade numa segura electrónica a suportar sonoridades industriais.

03. Chrono Kids "Lost in time", ao cronómetro ska, ska, ska em grande ritmo por aí fora.

04. The Nutty Pea "Us", rock, punk, ska numa fusão contagiante.Endiabrado.

05. Klepht "Some girl", e as guitarras lá vão ajudando o som a brilhar.

06. Twentyinchburial "Olho de vidro", o hardcore habitual, sempre em grande estilo, bem hardcore!.

07. M.A.D. "Demanda pela morte", aquele apunkalhamento da peste censurada.

08. Milkshop "Angel love", pop rock de multi-influências num tema bem interessante de ritmos quentes.

09. Avalanche "Foi sempre assim", um pop assim, daqueles ligeiros sem grandes motivos de exaltação.

10. Craft "Cães e lobos", semelhanças com o rock saído direitinho dos anos 80, sem grandes novidades.

11. Ugly Ducky "news of love, hate and rage", rock simples bem suportado por uma interessante voz feminina.

12.Marbles "Galaxy", rock alternativo, sonoramente sujo e algo interessante....

13. Skinbliss "Burn", grunge até dizer basta, a fazer lembrar outros senhores, até demais.

14. Brainwashed by Amalia "Caravan", começo sereno, depois tal e qual trituradora metalizada a precisar de algum óleo

15. Guardiões do Subsolo "Droga na cidade", beats curiosos e as palavras do costume encenam um tema interessante.

16. Blackfeather "Blackfeathered sign", tema de cariz gótico em grande desequilíbrio....

17. Dogma "Brisa quente da tarde", uma espécie de bela e o monstro na voz, onde o monstro se sai melhor.

(2001/C.M.Lisboa)

Mensagens populares deste blogue

AUDIÇÕESBrilhante Pop 2003
São 3 discos pop, mais à esquerda, mais à direita, mais ao centro, trazem ao microfone 3 excelentes vozes femininas:
"Le Jeu" - Balla (2003/Music Mob/58)

Um disco irresistível.
Fantástica a voz sensual de Sylvie C em mais um lúcido disco de Armando Teixeira, melódico, marcado por ambientes voluptuosos, por uma pop interior, estética e poética.
Imageticamente irresistível, qual bandeira gaulesa a flutuar. Depois de um prometedor e excelente primeiro álbum, "Balla", Armando Teixeira voltou a surpreender as massas melómanas em 2003, com um disco cheio de charme e personalidade, sustentado pelo rigor da electrónica em doses incrivelmente equilibradoras do resultado final. Intemporal.
A elegância proporcionada por este "Le Jeu" é verdadeiramente assombrosa, quer se reine por ambientes pop mais jazzy quer se rume em direcção à "chanson française", este disco atinge o auge principalmente na voz de Sylvie C.
De uma simplicidade rumo…

SECÇÃO MP3|"Sansão Foi Enganado" - Bunnyranch

"Sansão Foi Enganado", agora pelos Bunnyranch...mais de 40 anos depois!
Já por aqui se falou em "Sansão Foi Enganado" de Zeca do Rock, conhecido por ter sido o primeiro yeah gravado da música portuguesa, lembram-se? Muito bem, Henrique Amaro convidou os Bunnyranch a recriar o tema e estes, aceitaram.
O resultado? É rock'n'roll pois então.
É mesmo o grande destaque de hoje!

Download deste momento único: "Sansão Foi Enganado" pelos Bunnyranch.


Rock'n'Roll
www.myspace.com/bunnyranchspace

SÍTIOS|On-Line Music Distributors

Não se pode ignorar...
Com a implantação da Internet e principalmente com a generalização do acesso por banda larga, não só os músicos independentes ganharam uma nova forma de divulgar a sua música - para alguns é e será mesmo a única, como promotores e público em geral ganhou uma nova forma de a consumir - nova e gratuita. Com o aparecimento das On-Line Music Distributors (OMD), ou semelhantes, muitos músicos tiveram a oportunidade de largar em definitivo a solidão dos seus quartos e garagens e mostrar as suas criações a um mundo cada vez maior. À falta de palco, grande parte da comunidade musical independente ganhou efectivamente uma nova forma de exposição - barata, global e às vezes eficiente. As OMD (e semelhantes) têm servido nos últimos anos para divulgar centenas e centenas de artistas, sendo hoje, um fenómeno em extraordinária expansão; tão grande que chega a ver a razão da sua existência desvirtuada e aproveitada por artistas já consagrados; veja-se o exemplo do último álbum …