Há algum tempo que o #16 da excelente Op está nas bancas; é de lá que vem a citação de hoje, da sinopse de Bruno Bènard-Guedes: "Só não vê quem não quer: cerca de 95% da música produzida por cá vagueia entre o medíocre e a nulidade total. Num ano particularmente generoso, há dois ou três discos realmente superlativos e mais cinco ou seis dignos de atenção, não mais do que isso..." (Fonte: Op, #16, pág.7) Eu quero muito e não vejo. Bem sei que é apenas uma opinião, respeitável como todas as opiniões, mas dado o exagero da afirmação, para mim, obviamente, não a poderia deixar passar em claro sem aqui deixar uma pequena nota. Se há partes da sinopse com que até concordo, nunca conseguiria entender no entanto a percentagem lançada quase de forma gratuita - bem sei que cada um afina pela sua bitola: 95%? Claro que nem tudo o que se edita em Portugal é bom, médio até (infelizmente edita-se muita coisa pouco interessante) e nem Portugal é o centro mundial da criatividade musica
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