CRÍTICA"Pulsar" - Danças Ocultas
Um pulsar, uma estrela longínqua, um bater de coração em ritmo acelerado numa viagem perdida no tempo e no espaço. Em diáspora. Felizmente.
Seis anos depois, a viagem ganhou novas cores, novos ritmos, novas sombras mas as mesmas emoções; Artur Fernandes, Filipe Cal, Filipe Ricardo e Francisco Miguel, quarteto de concertinas em plena maturidade criativa, visitam montes e planos vários, territórios diversos, transportam-nos para novos momentos de fantasia, de novos murmúrios, de novos sons, convidando para tal um ríquissimo grupo de amigos: Gaiteiros de Lisboa, Gabriel Gomes, Maria João, Mário Laginha, Edu Miranda, Abed Azrié no lindíssimo Alchimie e outros. As Danças Ocultas transformam-se, ganhando as concertinas uma outra alma, mais robusta, mais rica, mais feliz. As Danças Ocultas vivem...
Ao terceiro álbum a "surpresa". Outra vez e sempre. Primeiro com o nascer das "Danças Ocultas", depois é o "Ar" que se respir…
Um pulsar, uma estrela longínqua, um bater de coração em ritmo acelerado numa viagem perdida no tempo e no espaço. Em diáspora. Felizmente.
Seis anos depois, a viagem ganhou novas cores, novos ritmos, novas sombras mas as mesmas emoções; Artur Fernandes, Filipe Cal, Filipe Ricardo e Francisco Miguel, quarteto de concertinas em plena maturidade criativa, visitam montes e planos vários, territórios diversos, transportam-nos para novos momentos de fantasia, de novos murmúrios, de novos sons, convidando para tal um ríquissimo grupo de amigos: Gaiteiros de Lisboa, Gabriel Gomes, Maria João, Mário Laginha, Edu Miranda, Abed Azrié no lindíssimo Alchimie e outros. As Danças Ocultas transformam-se, ganhando as concertinas uma outra alma, mais robusta, mais rica, mais feliz. As Danças Ocultas vivem...
Ao terceiro álbum a "surpresa". Outra vez e sempre. Primeiro com o nascer das "Danças Ocultas", depois é o "Ar" que se respir…